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28 de jan. de 2010

O básico para o meio da semana

Enfim consegui marcar um encontro com o escritor safado... Ele até chegou antes da hora... Conversamos lá embaixo no hall pois meu ap estava ligeiramente cheio de gente. Tivemos uma conversa frugal e resolvemos subir. No elevador mesmo ele ficou de pau duro nas minhas costas e começou a beijar meu pescoço. Arrepios percorreram meu corpo. Entramos no quarto onde já liguei o som para não fazermos tanto barulho. Ele me beijou gostoso, afagando meus seios e passando a mão em minha bucetinha. Eu estava de saia e sem calcinha a pedido dele.

Deitei em minha cama com as pernas entreabertas e vislumbrei seu corpo magro, porém tesudo. Ele deitou-se em cima de mim de roupa, apenas se roçando em minha buceta. Depois, apenas de cueca, pôs-se a lamber minhas coxas, virilhas até chegar nela... completamente molhada. Ele me chupou de tal forma que gozei a primeira vez em sua boca. Quando não aguentava mais, pedi que parasse e me fodesse imediatamente. Cumpriu minha ordem sem demora e meteu em mim gostoso. Gozei duas vezes em seu cacete. Inclusive pediu que colocasse minhas pernas em sua bunda para poder enfiar mais fundo seu caralho. Suamos que nem loucos em detrimento de nossa trepada deliciosa... seus braços e costas suados, meu corpo junto ao dele parecia uma massa uniforme. Cada lugar que eu podia ver nele era tatuado: seu braço,seu quadril,suas costas...

Deitamos um pouco, mas foi pouco tempo mesmo, pois comecei a cavalgar em seu pau e, de tanta força que eu montava nele, arrebentamos a camisinha. Ele me pediu para chupá-lo e assim o fiz, como a putinha que sou. Ele deitado delirando com minha chupada e forçando minha cabeça como gosto. Fiz ele gozar gostoso. Descansamos e ele quis que tomassemos banho com o intuito dele me lavar, rs.

Fomos para o chuveiro onde ele começou a passar sabonete em mim, passou no meu corpo todo, mas em especial na minha buceta e cu fazendo movimentos deliciosos. Eu gemia tanto de prazer que ele não aguentou ficar só nisso e ele começou a me foder. Ele de pé, segurando meus cabelos, e eu de joelhos. Comecei a chupar seu pau enquanto batia uma punheta. Chupei tão gostoso que, em minutos, ele gozou forte, tudinho em minha boca. Como sou uma menina educada, engoli todo o seu leite.

Que trepada deliciosa eu tive hoje... Estou toda quebrada! Afinal de contas foram umas três horas trepando com intervalos mínimos.

Muito prazer

Quero me apresentar. Sou Laura Palmer, 29 anos, ninfomaníaca, multiorgásmica, pervertida e impulsiva. Moro em São Paulo, estudo, trabalho e faço tudo por prazer.
escreverei aqui minhas experiências, pois uma trepada só é realmente boa depois que registrada.
De volta ao mundo dos blogs...

17 de jan. de 2010

20 e poucos anos


Agente se conhecia desde criança. Mas a amizade só começou forte depois de uns 20 e poucos anos.
Nos viamos todos os dias, era inevitável. Até quando eu não queria... Compromissos em comum.
Na época eu namorava e o namoro esfriava. Cada dia um ficava mais distante do outro embora a afinidade fosse extrema.
Ele também namorava. Alguém que eu considerava sem sal. Mas sou super-suspeita para falar sobre isso.

Um dos compromissos que tínhamos em comum terminou em um restaurante com uma turma imensa de amigos. O álcool ia entrando, a vontade crescendo e a verdade saindo. Trocas de olhares descarados a noite toda e risos sem motivo.

Bêbados.

Fui deixá-lo em casa. Na hora que ele foi descer do carro... aaaahhhh essa hora... sempre nessa hora...
Nada de beijinho no rosto como éramos acostumados. Eu estava carente, confesso:
__Vou beijar na sua boca. - disse eu de cara lavada.

Ele não respondeu - graças a Deus! - e foi um beijo com uma pegada tão gostosa - impossível de esquecer -.
Durou um tempinho. Tempo suficiente para um carro a la Titanic. Já era tarde e fui-me embora.

Dia seguinte. Sem a layer da bebida, foi aquela super sem graceza quando nos vimos.
Acho que foi a partir daí que começou um ciuminho recíproco de coisas que antes eram banais.
Amizade continua. Colorida, mas continua.

Meu namoro no fim. O dele seríssimo.
Para acreditar que Deus existe, surgiu uma viagem com a mesma turma de amigos.
De madrugada, fui entrar na minha barraca, exausta, para dormir. Meu colchão de ar, que já não estava muito cheio, estava ocupado. Era ele. Meu amigo. Meu quase melhor amigo. E colorido.
Sem fazer cerimônia entrei na barraca. Sentei no colchão com força. Balançou. Ele acordou.
A mão veio direto na minha cintura, me puxando pra deitar ali.
A preocupação com as boas maneiras fez-me resistir, por pouco tempo, o suficiente para fechar o zipper.
Beijo suave. Brincadeiras de língua e de lábios. Ia abrindo botão por botão da camisa que ele usava, em seguida um beijinho que descia junto à mão. Aquele peitoral definido, barriga esculpida por Deuses gregos e abençoada por Afrodite. Era o paraíso.
Chegou, inevitavelmente, no cós da calça. Tinha um cinto. Eu odeio cintos. Parei por ali. Só passei a pontinha da lingua acompanhando o cós, para provocar um pouquinho.
Ele me pegou pelos braços me puxando para cima. Voltei ao pescoço, boca. Tirou a camisa que eu usava. Abriu minha calça jeans justíssima.
Ele deitado, eu sentada por cima. Olhares indecifráveis.
Deslizei minha mão pela barriga colocando-a dentro da calçinha preta pequena.
Quente e úmida. Me divertia comigo mesma. E provocá-lo me deixava em êxtase. Eu sentia a vontade que ele estava bem grande abaixo de mim.
Segurou firme na minha cintura e fez-me deitar, ficando ele por cima. Ajoelhou-se e tirou, com maestria, a tal calça justa que até eu tinha dificuldade em tirar.
Sua mão foi direto ao ponto... meu primeiro suspiro.
A boca dele grudada na minha. Minhas mãos nos seus braços - irresistíveis -.
Ele com um braço só apoiado no bendito colchão de ar fazia trincar ainda mais aquele abdomem de guerreiro de Esparta.
Passei a mão por cada gominho delicioso até chegar a cueca - que não me decepcionou, era transadinha -. Puxei-a para baixo.
Ele se inclinou pra frente e eu recuei, fazendo força e me afundando no colchão.
Tava muito quente... corpos suados...
__Não faz isso comigo. - sussurou ele aflito.
Foi nessa hora que meu anjinho deu um soco na cara do diabinho e mandou-me parar! PÁRA! PÁRA! PÁRA! PÁRA TUDO! AGORA!!!
Imagino que ele tenha ficado puto. - muuuuuito puto -.
Não estava nem ai.
Ele me beijou de novo. Forte. Bruto. Faltou me morder.
Mandou pra longe minha alma, o tal anjinho e diabo a 4.
Pesou seu corpo sobre o meu, segurou nos meus ombros... E deu-me o que eu queria e insistia em resistir. O paraíso.
NÃO PÁRA! NÃO PÁRA! NÃO PÁRA! TUDO! AGORA!!!
Os próximos dias foram quase como Adão e Eva no paraíso. Até que a namorada dele chegou.
Desejei a maça da Eva.
Já era paraíso...
A amizade ainda assim continuou. A cumplicidade ainda maior. E o carinho também. Sempre aumentando.
Em outros momentos, muito depois disso, quando eu pensava que perderia a crença, ele me levava brevemente pro paraíso.